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Pedido emergencial de renovação de bilhetagem eletrônica preocupa CPI do Transporte Coletivo - Bruno Pessuti

Pedido emergencial de renovação de bilhetagem eletrônica preocupa CPI do Transporte Coletivo

23 de Agosto de 2013
Vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo de Curitiba estão preocupados com um eventual pedido emergencial de renovação do contrato de bilhetagem eletrônica. O atual contrato, com a empresa Dataprom, termina no próximo dia 30.

Na reunião realizada na ultima quinta-feira (22), o relator da Comissão, vereador Bruno Pessuti (PSC), solicitou ao atual diretor Administrativo e Financeiro da Urbs,  Wilhelm Eduard Milward Azevedo Meiners, um posicionamento quanto à possibilidade de realização de uma nova licitação.

Como resposta, ouviu que um novo processo licitatório não seria recomendado, pois poderia causar alterações em um sistema que tem longa vida útil. “Economicamente não haveria como justificar perdermos tudo o que já foi investido”, disse Meiners.

Esta foi uma das poucas novidades da reunião que ouviu também o ex-diretor Administrativo e Financeiro da Urbs, Edmundo da Veiga Neto, que ficou no cargo até junho deste ano. “Ambos trouxeram poucas novidades, mas conseguimos sanar algumas dúvidas”, avaliou o relator.

Bruno Pessuti começou seus questionamentos abordando eventuais alterações na venda de vale transporte. Edmundo Neto disse que, no período de quase seis anos em atuou na Urbs, não observou alteração no valor atribuído à venda do vale transporte. “Isso é, no mínimo, curioso, pois o Dieese aponta um aumento no número de carteiras assinadas e isso tem relação direta com o valor relacionado ao vale transporte pago pelas empresas”, comentou o relator.

Outro ponto que chamou a atenção do vereador foram diferenças entre o demonstrativo financeiro das empresas e a planilha da Urbs. “Há discrepância entre as informações repassadas sobre o demonstrativo financeiro das empresas e o provisionamento estabelecido na planilha, em itens como imposto de renda e CSSL, que são cobrados e não são
pagos”, destacou.