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Comitê de Crise da ACP busca soluções para o comerciante durante a pandemia - Bruno Pessuti

Comitê de Crise da ACP busca soluções para o comerciante durante a pandemia

10 de Junho de 2020
Em meio à pandemia que afetou centenas de empreendimentos e pequenos negócios, a Associação Comercial do Paraná estabeleceu um Comitê de Crise para encontrar soluções que auxiliem o comeciante. O grupo conta com colaborações da iniciativa privada, do Poder Executivo e do Poder Legislativo. Em Curitiba, a Câmara Municipal escalou o vereador Bruno Pessuti para integrar o projeto.

O Comitê de Crise avalia a situação do comércio em meio aos diferentes estágios de alerta:  Em Curitiba, houve uma evolução de certa forma inesperada pelas autoridades. A curva de contaminação subiu em um momento que a situação parecia controlada.  De modo que o cenário e as recomendações oficiais mudam diariamente. 

Com a alta taxa de ocupação dos ônibus, um dos pontos defendidos pelo vereador Bruno Pessuti junto à ACP é um pequeno escalonamento do horário do comércio: "Infelizmente, apesar do esforço da Prefeitura, ainda temos muitos ônibus circulando sem ter o distanciamento necessário entre os passageiros. Por isso, acreditamos que um simples escalonamento do comércio, com uma pequena flexibilização de horário, já poderia ser uma alternativa pertinente. Com isso, podemos diminuir a concentração de passageiros nos veículos e reduzir as chances de propagação", explica Pessuti.

Em ofício dirigido à Câmara Municipal de Curitiba, a ACP defedeu o setor: “O comércio tem procurado cumprir com rigor tais normas, seguindo todos os procedimentos nos cuidados com seus funcionários e no tratamento dispensado aos consumidores, desde a observância de normas de higiene até a limitação da presença de pessoas no interior dos estabelecimentos", argumenta a Associação em trecho do documento.

Para  o vereador Bruno Pessuti, é preciso buscar alternativas para manter o comércio ativo, desde que sejam realizados com testes simultâneos da população para ter um controle da curva epidemiológica. "Precisamos entender que todo comércio é essencial para aquele empresário e para os colaboradores e suas famílias. O trabalho é essencial para a sobrevivência das pessoas, mas precisamos também buscar  toda segurança necessária”, concluiu.