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Bruno Pessuti quer que com um simples cadastro, mais pessoas se tornem doadores de medula. - Bruno Pessuti

Bruno Pessuti quer que com um simples cadastro, mais pessoas se tornem doadores de medula.

13 de Abril de 2017
“Qualquer pessoa que for realizar um exame de sangue deverá ter a opção de se tornar um doador de medula.” Bruno Pessuti quer que com um simples cadastro, mais pessoas se tornem doadores de medula.

O transplante de medula óssea é uma modalidade de tratamento indicada para doenças relacionadas com a fabricação de células do sangue e com deficiências no sistema imunológico. Os principais beneficiados com o transplante são pacientes com leucemias originárias das células da medula óssea, linfomas, doenças originadas do sistema imune em geral, dos gânglios e do baço, e anemias graves (adquiridas ou congênitas). Outras doenças, não tão frequentes, também podem ser tratadas com transplante de medula, como as mielodisplasias, doenças do metabolismo, doenças autoimunes e vários tipos de tumores.

Sabemos que a maior dificuldade existente para o transplante de medula óssea, não só no Brasil, como no mundo, é a de achar um doador compatível.
Para tanto, se faz necessário manter um cadastro de potenciais doadores para a verificação da compatibilidade genética (HLA), sendo preciso somente 5 ml de sangue. Atualmente, os dados do doador, de 18 a 55 anos, ficam armazenados num banco de dados do REDOME - Registro de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

“O transplante de medula óssea pode beneficiar o tratamento de cerca de 80 doenças em diferentes estágios e faixas etárias. Como já dito, o fator que mais dificulta a realização do procedimento é a falta de doador compatível, já que as chances de encontrar um, são de 1 em cada 100 mil pessoas, em média.” Comenta Bruno Pessuti.

Além disso, o doador ideal (irmão compatível) só está disponível em apenas 25% das famílias brasileiras. Ou seja, para 75% dos pacientes é necessário identificar um doador alternativo a partir dos registros de doadores voluntários, bancos públicos de sangue de cordão umbilical ou familiares parcialmente compatíveis.

Através do nosso projeto, abre-se uma opção para que qualquer pessoa que for realizar um exame de sangue tenha a opção de se tornar um doador de medula, bastando apenas se cadastrar.

“Muitas vezes a pessoa tem o interesse em ser doador de medula óssea, porém não comparece ao local indicado para fazer a coleta de sangue. Com essa proposta, pretende-se incentivar que mais pessoas sejam doadoras de medula, visto que a elas será garantida, no ato da coleta de sangue para exames, a destinação de uma pequena quantidade para análise de compatibilidade genética”. Ressalta o vereador que acredita que com apenas esta medida simples, muitas pessoas serão beneficiadas.

Caso queira entrar em contato com o vereador Bruno Pessuti, basta enviar um e-mail para brunopessutivereador@gmail.com, ligar no Gabinete através do 3350-4555 ou mandar uma mensagem de Whatsapp para o número 99677-2337.
Participe e seja protagonista de seu bairro e sua cidade, a sua colaboração é muito importante para a Curitiba!

Saiba mais sobre o projeto Doe sangue e seja doador de medula

Imagem da campanha de doação de medula dos alunas da Anhembi Morumbi em São Paulo.